Go: a linguagem de programação do Google
2009 Novembro 13
Texto escrito por Marcos Elias Picão para o portal Guia do Hardware
Formatação e negritos por Megaf.
Essa semana andou agitada entre desenvolvedores e críticos das mais diversas áreas: o Google lançou uma linguagem de programação. Go. Simplesmente “Go“.
O projeto começou com o trabalho de Robert Griesemer, Ken Thompson, e Rob Pike desde 2007, e foi lançado pelo Google sob uma licença BSD (conhecida por ser bastante liberal quando comparada a GPL ou outras licenças livres).
Eles trabalharam em projetos importantes: Thompson foi co-criador do Unix e criador da linguagem B, Pike estava por trás do sistema de codificação amplamente utilizado UTF-8 e trabalhava na equipe do Unix, e Griensemer ajudou a escrever o compilador HotSpot para Java e o V8, o motor JavaScript usado no Chrome, entre várias outras coisas. Como se vê não é uma linguagem “de brincadeira”, é feita por gente grande do mundo da informática.
A linguagem Go tem sintaxe parecida com C e C++ (muitos até relutam em aceitar que se trata de uma nova linguagem, num primeiro momento). O objetivo é oferecer uma compilação rápida porém facilitar um desenvolvimento também rápido, como ocorre em linguagens dinâmicas interpretadas no estilo no Python (mas a vantagem é que a Go é compilada, não interpretada).
Entre os benefícios a linguagem nasce moderna, com suporte a vários núcleos de processamento, facilita o trabalho de programação orientada a objetos, tem recursos como garbage collection, etc.
Com uma linguagem própria a empresa pode ter mais força no desenvolvimento de projetos para seus sistemas operacionais, caso do Android e Chrome OS. Apesar de serem baseados em Linux, as aplicações e uma infinidade de serviços podem ser escritos nas mais variadas linguagens. O lançamento de uma linguagem de programação de um gigante como Google deve deixar a Microsoft bastante irritada nos próximos meses, no mínimo.
No site do projeto há mais informações, tutoriais para começar e alguns exemplos:
Claro que o sucesso dela dependerá da adoção por parte dos desenvolvedores. Mas tendo o Google por trás não é difícil imaginar que cresça rapidamente. Porém a linguagem é dada como experimental, por enquanto.
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Notícia retirada do portal Guia do Hardware.



“por Megaf”
Po cara ate parece que vc escreveu o texto… pq não cai na real e dá os créditos a quem merece? No caso o Marcos Elias do gdh?
Coisa feia copiar textos assim viu…
(tá, eu vi o link no final, mas não ta legal)
Ok. Concordo contigo, Vamos dar mais destaque aos autores dos textos. Não é mesmo?
Está melhor assim anonimo?